
Na última sexta-feira, 21, foi protocolado junto à Câmara de Vereadores de Santo Ângelo um projeto de lei, de autoria do Executivo Municipal, que propõe a instituição do Brasão do Município. O documento está atualmente em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O projeto detalha a composição heráldica do Brasão, que será dividido em sete partições, em referência aos Sete Povos das Missões. Cada uma dessas partições trará elementos simbólicos da história, cultura e economia do município.
Entre os elementos presentes no Brasão, destacam-se:
– Coroa de prata com cinco torres, representando Santo Ângelo como cidade sede do município;
– Museu Ferroviário, simbolizando o desenvolvimento econômico do século XIX;
– Monumento a Sepé Tiaraju, representando as raízes ancestrais guaranis;
– Santo Ângelo Custódio, padroeiro do município, em posição de bênção;
– O milho abençoado, em referência à economia agrícola e à Fenamilho Internacional;
– Catedral Angelopolitana, principal ícone arquitetônico da cidade;
– Cruz Missioneira, reafirmando Santo Ângelo como a Capital das Missões.
O Brasão será configurado no formato de um escudo português, remetendo à história da cidade e sua localização estratégica entre as influências de Espanha e Portugal. O projeto também revoga a Lei Municipal nº 02, de 07 de abril de 1965, que tratava de uma simbologia anterior do município. Com a tramitação na CCJ, o projeto passará por avaliação antes de ser encaminhado para votação no plenário da Câmara. Caso aprovado, o Brasão passará a integrar oficialmente os símbolos municipais de Santo Ângelo. O brasão, inclusive, já está sendo usado em placas de identificação oficial de espaços do município, como é o caso da sede da Central Acolher.
Fonte: Grupo Sepé